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segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Um fim de semana em Penedo e Visconde de Mauá

A colônia finlandesa de Penedo, no Rio de Janeiro, fica no Parque Nacional de Itatiaia, no extremo sul do Estado do Rio de Janeiro, próximo à fronteira com Minas e São Paulo.

A colonização da região foi iniciada em 1929 por um grupo de finlandeses liderado por Toivo Uuskallio. Hoje, restam cerca de 20 moradores nascidos na Finlândia.

A cidade é uma graça, pela sua arquitetura, restaurantes, cafés, chocolates, artesanatos e belezas naturais.

Truta, pastas variadas e chutneys (molhos agridoces de origem indiana) são muito tradicionais na gastronomia da região. 

Além dos pontos turísticos na vilinha, o ecoturismo também é um forte atrativo, com trilhas ecológicas, o pico do Penedinho, cachoeiras e o Parque Nacional de Itatiaia.

Caminhamos pela Av. das Mangueiras, a principal do distrito, onde fica a maior parte das atrações turísticas e gastronômicas do lugar, além de alguns centrinhos comerciais bem charmosos.

Passeamos pela Pequena Finlândia, o centro comercial mais famoso, com cara de cidadezinha finlandesa, onde fica a Casa do Papai Noel, cafeteria, chocolateria, sorveteria e várias lojinhas de roupas e balangandãs.

Pequena Finlândia

Pequena Finlândia

Pequena Finlândia

Pequena Finlândia

Pequena Finlândia

Pequena Finlândia

Pequena Finlândia

Pequena Finlândia

Pausa no Café Finlandês, para um expresso e petit macarrons.

Café Finlandês

Café Finlandês
Visitamos o Museu Finlandês Eva Hilden, com um acervo bastante rico sobre a história da cidade e a cultura finlandesa.

Museu Finlandês Eva Hilden

Museu Finlandês Eva Hilden

Museu Finlandês Eva Hilden
Passamos pela cachoeira Três Cachoeiras.

Três Cachoeiras
Deixamos para conhecer a Casa do Chocolate no dia seguinte, mas não retornamos. É a fábrica de chocolate mais antiga de Penedo, que permite acompanhar todo o processo produtivo dos bombons e ovos de Páscoa (produzidos o ano todo) desde o momento em que o chocolate bruto é derretido até ser decorado e embalado. Avenida Casa das Pedras, 10.

Pertinho dali, passamos pela Casa das Pedras, uma das primeiras construções de Penedo, iniciada em 1932 e que levou cerca de 14 anos para terminar. A obra é de um finlandês, que carregou pedras do rio para a construção. Av. Casa das Pedras, 646.

Casa das Pedras
No fim da tarde, subindo a serra, fomos para Visconde de Mauá, que fica na divisa RJ-SP-MG no alto da Serra da Mantiqueira, bem próximo ao Parque Nacional de Itatiaia. Rios e cachoeiras de águas cristalinas, ecoturismo, turismo de aventura, clima zen, artesanato, boa gastronomia e hotelaria aconchegante é o que oferece este cenário bucólico, composto por 3 vilinhas que merecem visita: Visconde de Mauá, Maringá e Maromba.

Lá, nos hospedamos na Pousada do Figa, um lugar muito aconchegante, onde recebemos um tratamento muito acolhedor das donas. Amamos! Fica bem pertinho na principal rua da vilinha, entre Maringá e Maromba.

Pousada do Figa

Pousada do Figa

Pousada do Figa
Jantamos no Aghi Neri, risoteria, parrilla, tratoria e adega no Vale do Pavão. Romântico e delicioso - e com atendimento muito simpático!

Restaurante Aghi Neri

Restaurante Aghi Neri

Restaurante Aghi Neri

Restaurante Aghi Neri

Restaurante Aghi Neri

Restaurante Aghi Neri
No dia seguinte, fomos caminhar pela vila, entrando nas lojinhas e nos encantando com tudo! Atravessamos o Rio Preto e estávamos em Maringá. Uma delícia, com mil opções de restaurantes em uma paisagem fenomenal!


Visconde de Mauá

Visconde de Mauá

Rio Preto

Rio Preto

Maringá

Maringá

  
Maringá

Maringá

Maringá

Maringá

Maringá

Maringá

Maringá

Maringá

Maringá

Maringá
Almoçamos em outra parte de Visconde de Mauá, no restaurante Gosto com Gosto, delicioso mineiro da chef Monica Rangel.

Visconde de Mauá

Visconde de Mauá

Visconde de Mauá

Gosto com Gosto

Gosto com Gosto

Gosto com Gosto

Gosto com Gosto

Viagenzinha muito gostosa, pra fazer a dois, em família ou com amigos, daquelas pra esquecer a rotina e relaxar muito!


DICA: muitos lugares na região de Visconde de Mauá não tem sinal de celular, nem internet. O pagamento com cartão também pode ficar prejudicado. Caixa eletrônico, só em Penedo; e posto de gasolina, somente na entrada de Visconde de Mauá. Então vá precavido – e aproveite para desconectar da rede e se conectar com o lugar.

terça-feira, 25 de julho de 2017

Espanha: 4 dias em Barcelona e 5 dias em Madri, com uma esticadinha para Toledo

Este post vem com quase um ano de atraso. Em setembro, passamos dez dias na Espanha, nos dividindo entre Barcelona, Madri e Toledo.

Nosso roteiro desta vez foi menos “carregado”. Andamos bastante, sim, mas eu estava no segundo mês de gestação  :) , com uma azia tremenda, sem a mesma disposição de sempre. Era anda um pouquinho, senta, anda mais um pouquinho... Mesmo assim, conhecemos muita coisa bacana – o suficiente para amar a Espanha!

Aqui, vale uma dica desde logo. Voamos de Iberia. Foi a primeira e provavelmente a última vez. A companhia – na Espanha – é bastante desorganizada e os funcionários, especialmente em Madri, muito mal educados. Mas não vou perder tempo do post com a parte chata. Registrei minha reclamação no Reclame Aqui, caso queira saber mais. Ela, aliás, não foi respondida até hoje...

Mas vamos ao que interessa! :)


DIA 1 – BARCELONA

Minha maior preocupação com Barcelona era o idioma. Lá, predomina o catalão e eu me esforcei para aprender algumas frases básicas pra não fazer feio diante dos barceloneses. Mas não teve muito jeito: quando percebemos que todos falavam espanhol, nos entregamos ao portunhol e pronto!

Barcelona é uma delícia! Cidade de praia que é, tem um astral muito bacana, leve e descontraído... As pessoas foram sempre muito educadas e atenciosas (ao contrário do que costumavam nos dizer sobre os espanhóis).

Nos hospedamos no Ibis Santa Coloma, que é afastado do Centro, mas bem próximo das estações Santa Coloma e Singuerlin do metrô.

O metrô em Barcelona é bastante amplo, fácil de usar, e nos leva aos principais pontos turísticos. No interior das estações há vending machines para compra dos bilhetes, com algumas opções mais econômicas pra quem vai viajar várias vezes. Clique aqui para ver o mapa da rede.

Para sair do aeroporto de metrô, é necessário comprar um bilhete especial (“Billete Aeropuerto”), que custa 4,50€.

Aproveitamos o restinho de dia que tínhamos para ir até o Port Vell (“porto velho”), região portuária próxima à estação Barceloneta do metrô, onde ficam o Aquário e o Museu de História da Catalunha.

Nas proximidades, tinha uma feirinha (era domingo) dessas que costumamos ver aqui, com comidinhas e artesanato, além de camelôs vendendo mil bugigangas, entre roupas e souvenires.


Port Vell

Churros artesanais na feirinha do Port Vell

Port Vell
Passamos pela Plaça de La Barceloneta, onde conseguimos um açaí brasileiro – para total alegria do Deco – e andamos pelas imediações do porto, com direito a paradinha pra deitar na grama e relaxar no fim de tarde.


Igreja de San Miquel del Port, na Plaça de Barceloneta

Açaí do Brasil na Espanha?! Ele consegue...

... e se esbalda!





El Cap de Barcelona, de Roy Lichtenstein
Por fim, comemos umas papas bravas (batatas com molho de tomate picante, típicas da cozinha espanhola) perto da estação de metrô e voltamos para o hotel.


Papas bravas

DIA 2 – BARCELONA

Neste dia tínhamos visita guiada pelo Camp Nou, o estádio do Futebol Clube Barcelona, próximo à estação Palau-Reial do metrô. Compramos os ingressos antecipadamente pela internet. Como tinha jogo no dia seguinte, não pudemos visitar algumas áreas, como os vestiários... Mesmo assim, valeu a pena.


Camp Nou 

Camp Nou 

Camp Nou 

Saindo de lá, passamos pelo Palau Reial de Pedralbes – que de 1919 a 1931 foi residência da família real quando ia a Barcelona – em direção aos Pavellons de La Finca Güell (ou apenas Pavellons Güell), obra do arquiteto modernista catalão Antoni Gaudí. É possível visitar, mas só admiramos de fora.


Palau Reial de Pedralbes

Finca Güell

Porta del Drac ("porta do dragão"), na Finca Güell
Seguimos caminhando para o Sarrià, bairro charmoso de Barcelona. Lá, demos uma paradinha na Plaça Major de Sarrià, onde fica a igreja Sant Vicenç de Sarrià.


Plaça Major de Sarrià

Plaça Major de Sarrià

Igreja de Sant Vicenç de Sarrià, na Plaça Major de Sarrià

Apanhamos pra encontrar a praça de Sant Gaietà, que vimos num site como lugar pitoresco da cidade. É bem bonitinha, mas é só um pátio num complexo de casas...


Plaça de Sant Gaietà

Plaça de Sant Gaietà

Passamos pelo Mercat de Sarrià (tipo um “mercado municipal” menorzinho) e caminhamos pelo bairro até a estação de metrô, de onde iríamos para a Tramvia Blau e passearíamos de funicular, mas desistimos...


Bairro Sarrià

Bairro Sarrià

Bairro Sarrià

Seguimos de metrô para a Plaça de Catalunya (estação Catalunya). Nos arredores, fizemos umas comprinhas na El Corte Inglés (lá tem uma loja de descontos da Desigual que vale a pena!) e almoçamos no Hard Rock Cafe.


Plaça de Catalunya

Plaça de Catalunya

Prosseguimos pela La Rambla, a longa alameda arborizada que vai da Plaça de Catalunya ao monumento a Colombo. Lá, e nas vielas que a circundam, tem cafés, restaurantes, livrarias, floriculturas, lojinhas simpáticas e artistas de rua. Foi um dos nossos pontos prediletos na viagem.


La Rambla

Durante o passeio, entramos na Carrer dels Tallers, uma ruazinha cheia de boas surpresas, como uma padaria antiga, lojas alternativas de roupas e acessórios e docerias...


Na Carrer dels Tallers

Na Carrer dels Tallers

Na Carrer dels Tallers

Chök, em Barcelona



Retornamos à La Rambla, onde visitamos o Mercat de Boquería, o mais famoso de Barcelona, com mais de 300 bancas.


Mercat de Boquería

Mercat de Boquería

Mercat de Boquería

Mercat de Boquería

Mercat de Boquería

Bem pertinho dali, tem o Museu Erótico e, na calçada central, um mosaico de Joan Miró.


Mosaico do Miró, na La Rambla

Entrando para o Barri Gòtic (bairro mais antigo da cidade), fomos até a Plaça Del Pi, onde visitamos a Basílica de Santa Maria Del Pi e, depois, a Plaça Reial, que é cheia de restaurantes.


Basílica de Santa Maria del Pi

Plaça Reial

Retornamos à La Rambla, e seguimos até o monumento a Colombo, próximo ao Port Vell. Paradinha para descanso na grama. 

Caminhamos por este outro lado do porto, até o shopping Maremagnum.


DIA 3 – BARCELONA


Pegamos o metrô para próximo ao Parc Güell, nosso primeiro destino de hoje. Foi uma boa caminhada, da estação Vallcarca até o parque.

Vista do Parc d’Atraccions del Tibidabo, no alto da serra de Collserola
Começamos nosso roteiro “por cima”, iniciando pelo Mirante de Joan Sales. Assim como os Pavellons Güell, o parque é também obra de Gaudí, encomendada por seu amigo e mecenas Eusebi Güell. É lá que fica a Casa Museu Gaudí, onde o artista viveu de 1906 a 1925.


Parc Güell

Parc Güell

Parc Güell

Parc Güell

Parc Güell

Parc Güell

Parc Güell

Parc Güell
Andamos muito – muito mesmo – pelo bairro Gracià até chegar a outra obra de Gaudí: a Basílica da Sagrada Família. Monumental! Estava em obras de restauração, mas deu pra apreciar.

Detalhes da lateral da Basílica da Sagrada Família

Pegamos o metrô na estação homônima, que fica logo atrás da basílica, e descemos na Passeig de Gracià, para ver mais Gaudí: a Casa Batlló. Só admiramos de fora. Seguimos para a Casa Milà (ou “La Pedrera”), que fica bem pertinho. Também não entramos. 


Casa Batlló

Casa Milà
Andamos mais um pouco, e encontramos uma outlet da Desigual no caminho (Carrer Diputació, 323), onde ficamos um tempinho... :-)

E então seguimos para um dos pontos mais altos da viagem: fomos assistir a um jogo do Barcelona no Camp Nou! Compramos os ingressos pela internet, antes de viajarmos.

Aqui, uma dica valiosa: o aviso no site de que a data e horário do jogo são PREVISTOS e podem mudar é verdade. E não há troca ou reembolso. Havíamos comprado para o jogo que ocorreria na noite da data em que chegaríamos a Barcelona. O jogo foi confirmado para o dia anterior! Moral da história: prejuízo em euros... Mas como era oportunidade talvez única na vida, compramos novos ingressos para outro jogo. E poder ver de perto o “trio MSN” (Messi-Suárez-Neymar), “não tem preço”, como diria a propaganda...


Jogo do Barça, no Camp Nou

Jogo do Barça, no Camp Nou

Jogo do Barça, no Camp Nou

O "trio MSN", num jogo do Barça, no Camp Nou

DIA 4 – BARCELONA

No quarto dia, fomos à Plaça d'Espanya, de onde tivemos uma vista privilegiada subindo o elevador panorâmico do shopping Arenas até o terraço.

Plaça d'Espanya
De lá, andamos pela Creu Coberta, eixo comercial que parte da Plaça d’Espanya, sentido Plaça de Sants. Logo no início, paramos no centro de informações, onde tem uns grafites bem bacanas nos muros do terreno.

Centro de informações da Creu Coberta
Voltamos para a praça e seguimos sentido Museu Nacional de Arte da Catalunia, que não visitamos. Seguimos para o Poble Espanyol, museu arquitetônico ao ar livre, com reproduções, em escala real, de 115 construções, ruas e praças de diferentes lugares da Espanha. Lá fica o Museo de Arte Contemporáneo Fran Daurel e há diversas lojinhas e restaurantes. Um dos lugares que mais gostamos de visitar.

Museu Nacional de Arte da Catalúnia

Poble Espanyol

Poble Espanyol

Poble Espanyol

Poble Espanyol

Poble Espanyol
Voltamos ao metrô e seguimos para o teleférico de Montjuïc. Paramos no Castelo de Montjuïc, antiga fortaleza militar situada na montanha de Montjuïc, construída em 1640.

Teleférico de Montjuïc

Castelo de Montjuïc

A Sagrada Família, vista do Castelo de Montjuïc

Castelo de Montjuïc

De lá, pegamos novamente o metrô para e região do Porto Velho e fomos para a praia Barceloneta. Esticamos nossa canga na areia e ficamos relaxando um pouquinho. Muita gente fazia o mesmo na praia badaladinha e lotada. Não é bonita. Mas é alto astral.


Praia Barceloneta
Seguimos andando pela orla e paramos pra comer no caminho, perto do Port Olímpic.  Depois seguimos caminhando por dentro até o bairro Poblenou, onde andamos pela “Rambla” do bairro, até chegar à praia. Já era noite e assim nos despedimos da cidade. No dia seguinte, era acordar cedo e ir para o aeroporto, rumo à Madri.


DIA 5 – MADRI

Em Madri nos hospedamos no Silken Torre Garden, pertinho da estação Alsacia do metrô. Ótimo!

O aeroporto de Madri também é ligado ao metrô. O esquema de compra de bilhetes é bem semelhante ao de Barcelona. Fácil e prático. Clique aqui para o mapa turístico do metrô. E aqui para o mapa comum da rede.

Em diversos pontos, aliás, dispensamos o metrô e seguimos a pé mesmo. Se você é adepto à caminhada, vai perceber que é possível visitar vários pontos andando, sem precisar ficar entrando e saindo do metrô. Saudável e econômico.

Como chegamos no fim da tarde (pra variar, tivemos problemas com a Ibéria no voo de Barcelona a Madrid) e sequer havíamos almoçado, deixamos as malas no hotel, pegamos o metrô até a estação Colón e fomos ao Hard Rock Cafe.


Carta escrita pelo Slash, do Guns n' Roses. Hard Rock Cafe Madrid
Caminhamos até Puerta de Alcalá, na Plaza de la Independencia, uma das portas reais que davam acesso a Madri.


Puerta de Alcalá
Entramos no Parque de El Retiro, onde fizemos pausa para um chocolate quente, caminhamos e visitamos uma exposição no Palacio de Cristal, que lembra muito o Palácio de Vidro do Jardim Botânico, em Curitiba.

Parque El Retiro

Parque El Retiro

Parque El Retiro



À noite fomos ao Carrefour próximo ao hotel, pra ver o que se vende por lá (adoro ir a supermercados nos lugares por onde passamos, pra ver um pouco do estilo de vida dos moradores; e é também ótimo lugar pra comprar iguarias típicas mais baratas).


DIA 6 – MADRI

A primeira parada do dia foi a Plaza de España, descendo na estação de metrô homônima. Lá tem uma escultura do escritor Miguel de Cervantes e seus personagens Don Quixote e Sancho Pança.


Cervantes, Quixote e Sancho, na Plaza de España
Seguimos até o Templo de Debod, um templo egípcio de mais de 2.000 anos, dado à Espanha pelo governo egípcio em 1968.


Templo de Debod

Templo de Debod
Passando pelos Jardines de Sabatini e Jardines de la Plaza de Oriente, caminhamos até o Palacio Real, que fica ao lado  da Catedral de la Almudena, onde não entramos.


Jardines de la Plaza de Oriente e Palácio Real

Palácio Real

Catedral de la Almudena
Fomos a pé até o Mercado de San Miguel, experiência sensorial típica de mercado municipal (embora ele não seja): muitas cores, cheiros, sabores e curiosidades. Pausa para uma paella.
Mercado de San Miguel

Paella, no Mercado de San Miguel

No Mercado de San Miguel

Mercado de San Miguel
Continuamos na caminhada até a Plaza Mayor, cheia de restaurantes. Pretendíamos almoçar no Sobrino de Botín, o restaurante mais antigo do mundo. Mas a espera era de duas horas e a fome era pra ontem...

Plaza Mayor

Plaza Mayor

Sobrino de Botín, o restaurante mais antigo do mundo...

... certificado pelo Guinness
Vencidos pela fome e cansaço, caímos num Burger King... Seguimos a pé para a Puerta Del Sol, que desde 1950 é o quilômetro zero das estradas espanholas. Ela era um dos acessos do muro que rodeava Madri no século XV. Na praça que a circunda fica a Estátua do Urso e o Madronho (ou madronheiro) (“el oso y el madroño”), símbolo de Madri.

O Urso e o Madronho, símbolo de Madri
Ainda a pé, descemos para o bicentenário Museo del Prado, para a visitação gratuita (de segunda a sábado das 18h às 20h; e domingos e feriados das 17h às 19h – é necessário pegar fila e tíquete, então chegue mais cedo). É o museu mais importante da Espanha e um dos mais importantes do mundo. Goya, Velázquez e Botticelli são alguns dos artistas que possuem obras no museu.

Museo del Prado
Seguimos até a estação Atocha, onde decidimos comprar passagens para Toledo, que visitamos no penúltimo dia da viagem.

Estação Atocha
Andamos muuuuito nesse dia!


DIA 7 – MADRI

De manhã pegamos o metrô e fizemos o tour pelo estádio do Real Madrid, o Santiago Barnabéu.

Estádio Santiago Barnabeu

Estádio Santiago Barnabeu

Estádio Santiago Barnabeu

Estádio Santiago Barnabeu

Estádio Santiago Barnabeu
De lá, mais metrô e seguimos a pé para a Estación de Teleférico en Rosales, que é bem próxima ao Templo de Debod, para pegar o teleférico. Não é imperdível, mas é divertido.

Vista do teleférico
Metrô novamente, para ir à Plaza de Toros de Las Ventas, palco de touradas, que não apoiamos, mas entendemos como questão cultural. É a maior da Espanha e a segunda maior do mundo, perdendo apenas para a Praça de Touros México.

Plaza de Toros de Las Ventas

Plaza de Toros de Las Ventas

Plaza de Toros de Las Ventas

Plaza de Toros de Las Ventas
DIA 8 – TOLEDO

Fomos cedo para a Estação Atocha, para pegar o trem para Toledo, a cerca de 80 km de Madri.

Toledo é uma cidade medieval, foi capital da Espanha visigótica, é a capital da gastronomia na Espanha e também conhecida como a “cidade das três culturas”, porque cristãos, muçulmanos e judeus conviveram ali harmoniosamente, mantendo suas tradições e costumes.

O rio Tejo, o mais extenso da península Ibérica, que termina em Lisboa, nasce na província de Toledo.

A cidade faz parte da rota turística de Don Quixote, da obra de Miguel de Cervantes.

Andar pelas ruazinhas da cidade já vale a pequena viagem partindo de Madri. Suas construções, arquitetura e relevo formam um conjunto de encher os olhos e nos fazem viajar no tempo, caminhando pela história.

Ao chegar à estação em Toledo, diversos serviços de city tours estão disponíveis. Como nossa decisão de ir até lá foi de última hora, não tínhamos roteiro. Nosso passeio ficou mesmo na base da caminhada e de ver as coisas do lado de fora.

Estação ferroviária, em Toledo

Estação ferroviária, em Toledo

Toledo

Toledo

Toledo

Toledo

Toledo

Toledo

Toledo

Toledo

Toledo

Toledo
Almoçamos no restaurante do Hostal Casa de Cisneros. Experiência memorável da viagem. O restaurante fica no subsolo de uma construção medieval, e busca manter muito das características originais.

Restaurante do Hostal Casa de Cisneros, em Toledo

Restaurante do Hostal Casa de Cisneros, em Toledo

Restaurante do Hostal Casa de Cisneros, em Toledo

Restaurante do Hostal Casa de Cisneros, em Toledo

Restaurante do Hostal Casa de Cisneros, em Toledo
Clique aqui para baixar um mapa turístico de Toledo.


DIA 9 – MADRI

Acordamos cedo para pegar o dia de visitação gratuita no museu Thyssen-Bornemisza (segundas, das 12h às 16h. Apenas para o acervo permanente). Chegamos tão adiantados, que fomos os primeiros da loooonga fila que se formou atrás de nós. Valeu a pena! Caravaggio, Goya, Renoir, Van Gogh, Gauguin, Cézanne, Kandinsky, Picasso, Mondrian, Chagall, Edward Hopper e Salvador Dalí, além de pop art, me fizeram amar mil vezes mais que o próprio Museo del Prado! Passamos boa parte do nosso dia no museu, que visitamos com calma.

Primeira da fila no "dia grátis" do Thyssen-Bornemisza

Museu Thyssen-Bornemisza
De lá, fomos andar pela Gran Via, uma das principais avenidas de Madri.

Paradinha para umas comprinhas na Primark, que tem sua segunda maior loja do mundo exatamente ali, e na Ale-Hop, a simpática rede de lojas de presentes, moda e decoração.




Dedicamos o resto do dia a andar sem pressa.