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Sonheria: Fábrica de Sonhos nos Jardins

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Apaixonada por sonhos desde criança, hoje fui com o Deco conhecer variações que dão ainda mais sentido ao nome do doce. Nem o tradicional é tão “tradicional” assim. É delicioso! Originada da  Doceria Dulca , a  Sonheria   é a vertente especializada em sonhos, carro-chefe da doceria, que teria a mesma receita desde 1951. Damasco, geleia de goiaba, gianduia, coco, doce de leite e brigadeiro são os outros sabores a escolher, além da possibilidade de trocar o “pão” por um de massa de cacau e recheá-lo também com sorvete. Da edição limitada junina, hoje escolhi o de paçoca (outro doce que amo!), que é simplesmente maravilhoso! Tudo acompanhado de um bom cafezinho, e num ambiente muito delicado e alegre, cheio de alusões a balões, nuvens, viagem, literatura infantil e ao “Nonno Baloeiro”, o precursor da tradição de família no Brasil, que já está na quarta geração. Pra qualquer “formiga” se realizar! Rua Bela Cintra, 20...

L’Entrecôte d’Olivier: o entrecôte da tia do chef

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Depois de experimentar as empanadas da chef argentina Paola Carosella , hoje foi dia de conhecer o entrecôte do chef francês Olivier Anquier – ou melhor, o entrecôte da tia dele, Nicole. A fachada da unidade Lorena Restaurante de prato único, com duas unidades em SP, o L’Entrecôte d’Oliver torna acessível uma receita de família, com o molho secreto da tia do chef .  De entrada, uma saladinha de folhas com molho de mostarda, salpicada com nozes. O prato principal é o próprio entrecôte , acompanhado de batatas fritas servidas e repostas “até dizer chega!”. Saladinha de entrada: deliciosa! O entrecôte com a primeira leva de batatas: Olivier, muito obrigada por dividir o molho da tia Nicole com a gente! rs :-) De sobremesa, as opções são seis. Escolhemos uma torta de maçã com sorvete de creme e a principal, que é a mousse Royal de Chocolate, também servida à vontade, em generosas colheradas tiradas de uma taça enorme. Torta de maçã com sorvete ...

BTNK: uma experiência nos trilhos da Bresser-Mooca

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Quando, em frente ao Museu da Imigração , chegamos ao final da rua sem saída e demos de cara com os trilhos do trem da estação Bresser-Mooca, sem viva alma nos arredores, chegamos a imaginar que estávamos no lugar errado. Mas o destino de hoje não poderia estar em lugar mais apropriado: precisamos caminhar ao lado dos trilhos da antiga estação para chegar ao BTNK , bar que mistura gastronomia, storytelling e música, e que fica nada menos que num vagão desativado, “estacionado” paralelamente aos trilhos do trem em pleno funcionamento. A experiência é inspirada na Geração Beat, movimento sociocultural dos anos 1950, 1960 -  pós 2ª Guerra Mundial -  com seu estilo de vida anti-materialista, não conformista e criativo. BTNK é justamente uma abreviação de "BEATNIKS", os adeptos ao movimento.   O cardápio fica por conta do Cateto - Comer e Beber Artesanal . Hoje escolhemos a Tábua Charcuterie & Fromage (copa curada, salame espanhol levemente picante, quei...

Os Bolos do Frei: The American Coffee Cake, na Vila Mariana

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A caminho do SESC Vila Mariana, descobrimos hoje, num sobrado na esquina da Av. Conselheiro Rodrigues Alves com a Humberto I, a “ Bolos do Frei ”, uma cafeteria estilo americana, com uma infinidade de bolos, cookies , apple pie , muffins , brownies , cheesecake , e tudo mais, pra acompanhar seu chá ou café. Tudo tão fresquinho e com jeito de “feito com carinho”, que nem parece franquia! O atendimento ótimo, o preço justo e o ambiente de onde não dá vontade da sair, fizeram deste um dos nossos mais novos lugares preferidos em SP! Pra levar os amigos e reprisar muitas vezes! Posts relacionados: Pra começar… KAYA Kafé, na Rua Augusta Café Quinto Pecado, na Vila Mariana Café da manhã na Miolo Padaria Orgânica, em São Paulo

La Guapa: as empanadas da chef Paola Carosella, em SP

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Expectadores assíduos da temporada passada de Master Chef Brasil, e muito simpáticos ao salgado latino-americano, fomos experimentar as empanadas da chef argentina Paola Carosella na semana passada. O La Guapa tem duas unidades em SP, e dessa vez escolhemos a do Itaim. O lugar é pequenininho, e o atendimento (de balcão) é ótimo. O cardápio fica na parede. Cada um faz seu pedido, paga e retira no balcão de atendimento. As mesas estavam disputadas ao final da noite. Começamos com o balcão e, assim que vagou um espacinho, pulamos pra um cantinho da única mesa grande que fica no interior do estabelecimento. A decoração é simples, assim como a forma de comer as empanadas. “Con las manos se hacen, con las manos se comen” . Como era de se esperar, nos apaixonamos pelas empanadas. Deliciosas! Destaque para a Humita (milho verde, manjericão fresco e queijo cremoso) e a Porteñas (3 queijos com tomates assados e manjericão fresco). Tivemos que rep...

Livro: "A Mágica da Arrumação", de Marie Kondo

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Inaugurando sessão "Variedades" no blog, resolvi escrever sobre o livro que acabei de ler: "A Mágica da Arrumação", da personal organizer japonesa Marie Kondo. Acho que ela dá umas "viajadas" a até umas "exageradas" em alguns pontos, mas traz várias dicas bacanas e vale a pena ler o livro todo para conhecer o método KonMari de organização. Como todo método, o correto pra dar certo 100% é segui-lo à risca, mas, particularmente, vou adotar só algumas coisinhas rs Resolvi compartilhar algumas das dicas, que estou colocando em prática e que tem me trazido um alívio enorme! Como fazemos coleta seletiva aqui em casa, percebemos estarrecidos a quantidade enorme de lixo orgânico e reciclável que produzimos a cada semana – e somos apenas DUAS pessoas, que passam mais de 10 horas por dia FORA de casa! Então tenho evitado sacolinhas plásticas e excessos de embalagens, e tenho buscado passar pra frente os itens descartados em bom estado, em vez ...

Beco do Batman, na Zona Oeste de SP

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Entre as vielas do bairro da  Vila Madalena , o bairro boêmio e animado da zona oeste de SP, mais precisamente nas ruas Gonçalo Afonso e Medeiros de Albuquerque, fica o nosso destino de hoje. Um dos maiores ícones da arte urbana na capital paulista, o Beco do Batman estava na nossa listinha de desejos há algum tempo. E ir até lá é – definitivamente – um must do de SP. Dizer que é uma “galeria a céu aberto” é uma obviedade, mas é. A história do Beco remonta aos anos 80, quando um desenho do homem-morcego das histórias em quadrinhos apareceu por lá. A partir de então, o grafiteiro Rui Amaral e outros artistas plásticos anônimos passaram a colorir os muros do lugar. Fomos pela primeira vez numa noite dessas, quando só tinha a gente lá. Aos fins de semana, durante o dia, os muros são disputadíssimos por pessoas tirando fotos e fazendo ensaios fotográficos, além de ensaios de publicidade, de moda, capas de CDs etc. Os muros sempre se renovam, mas de maneira organizada ...